Como foi o PLAY 2025?

A Festa da Música Portuguesa Aconteceu!
E aí, pessoal! Se vocês são como a gente e vibram com a música que se faz por cá, com certeza ficaram ligados na 7ª edição dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa! A noite de 3 de abril no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, foi uma verdadeira celebração da nossa sonoridade, com direito a passadeira vermelha, apresentadoras de arrasar (Filomena Cautela e Inês Lopes Gonçalves, vocês são demais!), atuações incríveis e, claro, a tão esperada revelação dos vencedores. Se por acaso perderam algum detalhe, não se preocupem, a gente te conta tudo com aquele nosso jeitinho!
A gala, que rolou com transmissão direta na RTP e outras plataformas, mostrou a diversidade e a qualidade da música que ecoou em Portugal ao longo do último ano. Foram 14 categorias em disputa, reunindo o talento de artistas consagrados e novas promessas. Vamos dar uma espiadinha em quem levou os troféus para casa?
Melhor Grupo: Calema, A Celebração em Dose Dupla!
Os irmãos António e Fradique, que formam os Calema, foram os primeiros a subir ao palco para receber o prémio de Melhor Grupo. E que timing perfeito! A dupla está a celebrar 15 anos de carreira e já tem um mega concerto agendado para o Estádio da Luz em junho. É o reconhecimento de uma trajetória de sucesso que continua a encantar o público com as suas melodias contagiantes e letras que falam ao coração.
Vodafone Canção do Ano: “Garota”, o Hino que Conquistou Portugal!
Este era um dos momentos mais aguardados da noite, e a votação do público não deixou dúvidas: “Garota”, a parceria explosiva entre Marisa Liz (vocalista dos Amor Electro) e Maninho, levou o grande prémio! A música contagiou o país com a sua energia e ritmo envolvente, tornando-se presença garantida em playlists e rádios. Marisa Liz, com a sua voz inconfundível, e Maninho, com a sua batida marcante, mostraram a força da união de talentos.
Melhor Álbum: “O Próprio” de Dillaz, a Verdade Nua e Crua!
O talentoso Dillaz viu o seu trabalho “O Próprio” ser coroado como o Melhor Álbum do ano. Conhecido pelas suas letras introspectivas e pela sua entrega visceral no rap, Dillaz presenteou-nos com um disco que mergulha em questões pessoais e sociais com uma autenticidade que ressoa com muitos. Este prémio é um reconhecimento da profundidade e da qualidade da sua obra.
Melhor Artista Masculino: Slow J, o Regresso Triunfal!
Pelo segundo ano consecutivo, o talentosíssimo Slow J levou para casa o prémio de Melhor Artista Masculino! Com o seu estilo inconfundível que mistura R&B, hip-hop e influências eletrónicas, Slow J consolidou o seu lugar como um dos artistas mais inovadores e aclamados da cena musical portuguesa. A sua música transcende géneros e conquista ouvintes de todas as idades.
Melhor Artista Feminina: Bárbara Bandeira, o Brilho de uma Nova Geração!
A jovem e carismática Bárbara Bandeira conquistou o prémio de Melhor Artista Feminina, mostrando o seu talento e a sua crescente popularidade. Com uma voz potente e canções que falam de amor e vivências com uma energia contagiante, Bárbara tem vindo a afirmar-se como uma das grandes promessas da música pop em Portugal.
Melhor Álbum Fado: Camané e a Homenagem Sentida a José Mário Branco!
O mestre Camané emocionou a todos com o seu álbum “Ao Vivo no CCB – Homenagem a José Mário Branco”, que venceu na categoria de Melhor Álbum Fado. Camané, com a sua voz ímpar e interpretação profunda, presta uma homenagem tocante a um dos nomes maiores da música portuguesa, revisitando clássicos com a sua identidade única.
Prémio Lusofonia: Pedro Sampaio e Gasparzinho Levam o Ritmo do Brasil!
A energia contagiante do Brasil marcou presença nos PLAY com a vitória de Pedro Sampaio e Gasparzinho na categoria Prémio Lusofonia com o tema “Cavalinho”. A música, com a sua batida envolvente e letra divertida, mostrou a força da música brasileira e a sua capacidade de unir culturas através do ritmo.
Artista Revelação: Bluay, a Persistência Coroada de Sucesso!
Um dos momentos mais emocionantes da noite foi a entrega do prémio de Artista Revelação a Bluay. O jovem artista, que já tinha chamado a atenção por colaborações com nomes como Piruka e pela sua recente participação no Festival da Canção, não escondeu a sua emoção e dedicou o prémio à sua persistência e dedicação à música. Bluay é uma prova de que talento e garra abrem portas!
Melhor Canção Ligeira e Popular: Toy e o Beijo Mais Famoso de Portugal!
O incontornável Toy levou o prémio de Melhor Canção Ligeira e Popular com o seu hit “Vou Beijar na Boca”. Com a sua energia contagiante e letras que ficam na cabeça, Toy continua a animar festas e corações por todo o país. Este prémio é um reconhecimento da sua longa e bem-sucedida carreira na música popular portuguesa.
Melhor Videoclipe: A Criatividade de Karetus, Vitorino e Iolanda em “Laurinda”!
A originalidade e a estética do videoclipe de “Laurinda”, da parceria entre Karetus, Vitorino e Iolanda, realizado por Aidan Kless, foram reconhecidas com o prémio de Melhor Videoclipe. O vídeo, que acompanha a canção com uma narrativa visual criativa e impactante, mostra a importância de uma produção cuidada para complementar a música.
Melhor Álbum Música Clássica/Erudita: Pedro Lima e a Nova Geração em “Talkin(g) (a)Bout My Generation”!
O pianista Pedro Lima conquistou o prémio de Melhor Álbum Música Clássica/Erudita com “Talkin(g) (a)Bout My Generation”. O álbum, que explora a relação entre a música clássica e a contemporaneidade, demonstra o talento e a visão inovadora de Pedro Lima no panorama da música erudita em Portugal.
Melhor Álbum Jazz: A Imersão Sonora de Eduardo Cardinho em “Not Far From Paradise”!
O álbum “Not Far From Paradise” de Eduardo Cardinho foi eleito o Melhor Álbum Jazz. Com composições sofisticadas e improvisações envolventes, o trabalho de Eduardo Cardinho transporta-nos para um universo sonoro rico e cativante, mostrando a vitalidade e a criatividade do jazz em Portugal.
Prémio da Crítica: A Originalidade de Ana Lua Caiano em “Vou Ficar Neste Quadrado”!
O Prémio da Crítica, que reconhece trabalhos que se destacam pela sua inovação e qualidade artística, foi para Ana Lua Caiano com o seu álbum “Vou Ficar Neste Quadrado”. A artista, com a sua abordagem única que mistura elementos da música tradicional portuguesa com sonoridades eletrónicas, tem vindo a conquistar um lugar especial na cena musical alternativa.
Prémio Carreira: A Lenda Viva José Cid!
E para encerrar a noite com chave de ouro, o icónico José Cid foi homenageado com o Prémio Carreira. Com uma trajetória musical riquíssima e canções que marcaram gerações, José Cid é uma verdadeira lenda viva da música portuguesa. O reconhecimento da sua vasta obra e do seu contributo inestimável para a cultura do nosso país foi um dos momentos mais emocionantes da cerimónia.
E assim terminou mais uma edição dos PLAY – Prémios da Música Portuguesa! Uma noite para celebrar o talento, a diversidade e a paixão pela música que pulsa em Portugal. Parabéns a todos os nomeados e, em especial, aos vencedores! Que venha a próxima edição com ainda mais sons para nos encantar!