MAFALDA VEIGA – ‘GEOGRAFIA PARTICULAR’ EM VINIL

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MAFALDA VEIGA ESGOTA DATAS DE LISBOA E PORTO DO ESPETÁCULO “O INVERNO NÃO DURA TANTO QUANTO PARECE” (PARTICIPAÇÃO ESPECIAL DE ENSEMBLE IBÉRICO).

Encontra-se esgotados o espetáculo de MAFALDA VEIGA – O INVERNO NÃO DURA TANTO QUANTO PARECE com a participação especial do Ensemble Ibérico, em estreia agendada para o Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, e para a Casa da Música, no Porto, no dia 24 de janeiro 2026.

 Chega às lojas FNAC a edição física e especial, em formato em vinil (vermelho transparente), do mais recente EP de MAFALDA VEIGA, GEOGRAFIA PARTICULAR, editado inicialmente (e apenas em digital) em março de 2024, e que incluirá também, como faixa extra, o single “A Fonte” (edição digital de dezembro 2024). Na loja online da FNAC estará disponível uma edição limitada autografada.

 O INVERNO NÃO DURA TANTO QUANTO PARECE é o novo concerto de MAFALDA VEIGA, no qual será acompanhada pelo Ensemble Ibérico para uma viagem envolvente pela sua “geografia particular”: das canções mais emblemáticas (como ‘Planície’, ‘Restolho’ ou ‘Cada Lugar Teu’), a temas mais recentes (‘Óscar’ ou ‘De fio a pavio’), passando ainda pela estreia ao vivo de canções inéditas do seu próximo disco de originais.

Um concerto de tons ibéricos, intenso e caloroso, onde cada canção encontra a sua dimensão mais pura, e que reflete a maturidade e, ao mesmo tempo, a contemporaneidade do trabalho da artista, nesse “lugar seu” entre a memória e o futuro.

 Mafalda Veiga – voz, guitarras, letras e músicas

Luís Zagalo – piano, teclados e arranjos

David González – violino

Fernando Arce – bandolim e violoncelo

Hugo Monteiro – contrabaixo

 Como escreveu MAFALDA VEIGA, “O inverno não dura tanto quanto parece e há um certo encanto neste abraço que aquece. A vida não esconde o que sempre procura: uma chama mais pura”.

 “Eu sempre achei que a música tinha poderes de “máquina do tempo”, de nos poder transportar para um momento do passado de uma forma tão sensorial e tão intacta que é como se voltássemos a estar inteiros ali, ao primeiro acorde. É como se ela possuísse o código para uma “geografia particular”, uma geografia que é pertença de cada pessoa, um mapa interior de memórias e de emoções para onde cada canção que nos é especial consegue guiar-nos, a cada um de nós que a ouve, com a exactidão de um gps.” – Mafalda Veiga

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